Presa na minha própria solidão, sequestrada pelos meus próprios fantasmas, assombrada por desilusões de coisas que fiz, e de arrependimentos por coisas que poderia ter feito, e hoje ? Hoje vivo com medo da sombra, da sombra que caminha comigo cada vez que saio à rua, da sombra que por vezes nem nas noites mais escuras e amargas me deixa, a sombra daquilo que poderia ser e não sou.
Poderemos chamar de viver, a alguém que vive sempre com a luz apagada ? Eu chamaria, pois tenho preferências pela escuridão, aquela que me esconde, que me acolhe, e que me faz sentir viva, ou pelo menos mantém viva a parte mais obscura de mim, aquela que outrora temi, e que agora se está a tornar inseparável. Uma vez perguntei-lhe o que aconteceria se eu acendesse a luz, e sorri-se e a noite respondeu que a luz tem diferentes densidades, é como ir tirar uma fotografia com flash, se não estivermos prontos, o flash incomoda-nos e deixa-nos tontos de certa forma, enjoados.
" Não podes sorrir eternamente à espera que alguém se lembre de captar o momento, sorri apenas quando tiver de ser, quando a disposição para tal estiver ali mesmo ao teu lado, e quando isso acontecer ela avisar-te-à para aquilo que necessitas de fazer " - não confiei, porém testei, testei de várias maneira, maneiras essas diferentes de sorrir, de esperar pelo momento em que alguém viesse captar o meu sorriso. Esperei. Talvez ainda esteja à espera, mas na escuridão da noite eu posso ser quem realmente sou. Posso ser a rapariga que não tem de acender a luz, a rapariga que não precisa de esconder o seu lado mais obscuro, posso ser eu na minha mais variada zona de conforto.
Não o queria, mas a noite, de certa forma, acabou por me acolher como uma filha. Ela envolve-me na sua escuridão, abraça-me com o seu sofrimento, e desperta-me relembrando-me que não necessito de acender a luz para encarar as desilusões, porque essas são como lapas, essas nem a noite consegue expulsar. E os arrependimentos ? Esses continuam sempre presentes, esses são o castigo que a noite me dá, esses são as lágrimas, porém derramadas em vão, porque a noite não volta atrás, a noite continua, e de alguma maneira vou ter de enfrentar o dia, as luzes acesas e os flahes.
the truth is in my eyes and in my words *
Acredita no impossivel
domingo, 3 de agosto de 2014
domingo, 22 de junho de 2014
pensamentos e realidades
Fria. Gélida. Insegura. Desconfiada. Protetora dos seus próprios sentimentos por já terem sido bastantes vezes desprezados como quem manda uma bola à parede.
Naquela manhã nada poderia parecer bem, porque nada estava bem.
Os seus cabelos estavam enlameados, o seu rosto gélido e branco como se a morte lhe apodera-se o corpo e as suas roupas estavam rasgadas.
Num relance levantou-se e reparou que estava a nevar, e que estava deitada num pequeno banco de jardim, e nesse momento uma lágrima começa a escorrer-lhe pela face, logo de seguida outra, outra e outra. Lágrimas essas sem fim. Sozinha, ao relento e sentada naquele pequeno banco de jardim, foi como a rapariga com a aparência da morte se manteve, até começar a tremer e resolver sair dali.
Andou, sem um rumo, sem um limite de distâncias .. Vadiava por ruas que pareciam não ter fim, e foi assim que ela, já bastante enfraquecida se deixou ir na leva que as pernas lhe ordenaram, e sentou-se. Ali, no meio de tudo e no meio do nada. Foi ai mais uma vez sentada que chorou, chorou até sentir algo tocar-lhe no ombro, algo que a fez despertar, e subitamente levantar-se num ápice, mas quando se levantou o que viu foi nada. Nada. Absolutamente nada. Ela estava sozinha numa imensa e interminável escuridão, até abrir os olhos e se aperceber que o seu pesadelo da noite passada tinha voltado.
Assustada correu, até não ter mais forças, correu e puff, apagou-se, e quando voltou novamente a acordar já não estava lá. Já não estava mais naquela rua sozinha, não estava mais a fugir dos seus pesadelos do passado, estava segura, protegida, e acordada, pois acordada poderia abstrair-se dos pesadelos que todas as noites quando fecha os olhos a atormentam.
Naquela manhã nada poderia parecer bem, porque nada estava bem.
Os seus cabelos estavam enlameados, o seu rosto gélido e branco como se a morte lhe apodera-se o corpo e as suas roupas estavam rasgadas.
Num relance levantou-se e reparou que estava a nevar, e que estava deitada num pequeno banco de jardim, e nesse momento uma lágrima começa a escorrer-lhe pela face, logo de seguida outra, outra e outra. Lágrimas essas sem fim. Sozinha, ao relento e sentada naquele pequeno banco de jardim, foi como a rapariga com a aparência da morte se manteve, até começar a tremer e resolver sair dali.
Andou, sem um rumo, sem um limite de distâncias .. Vadiava por ruas que pareciam não ter fim, e foi assim que ela, já bastante enfraquecida se deixou ir na leva que as pernas lhe ordenaram, e sentou-se. Ali, no meio de tudo e no meio do nada. Foi ai mais uma vez sentada que chorou, chorou até sentir algo tocar-lhe no ombro, algo que a fez despertar, e subitamente levantar-se num ápice, mas quando se levantou o que viu foi nada. Nada. Absolutamente nada. Ela estava sozinha numa imensa e interminável escuridão, até abrir os olhos e se aperceber que o seu pesadelo da noite passada tinha voltado.
Assustada correu, até não ter mais forças, correu e puff, apagou-se, e quando voltou novamente a acordar já não estava lá. Já não estava mais naquela rua sozinha, não estava mais a fugir dos seus pesadelos do passado, estava segura, protegida, e acordada, pois acordada poderia abstrair-se dos pesadelos que todas as noites quando fecha os olhos a atormentam.
quarta-feira, 22 de janeiro de 2014
Perante a maré
Já mergulhei bastantes vezes de cabeça perante o desconhecido, mas agora chega, chega de me atirar de cabeça para algo que não conheço, chega de pensar que posso confiar nas pessoas que tenho como "grandes amigos", não me interessa o que possam dizer, ou talvez até interesse, porque por vezes sou mais feita de palavras dos outros do que de atitudes minhas.
Sei o que tive, sei o que tenho, sei o que posso perder e sei aquilo que posso agarrar. Muitas das vezes parece que meti demasiado creme nas mãos, e que as coisas me escorregam por entre os dedos.
Houve um dia em que mais parecia estar à deriva no mar, no mar muito gélido e enraivecido que é a minha vida, e lá bem ao fundo eu vi um farol. Muitas vezes eu me perguntei se nadaria contra a corrente, e contra tudo o que me quisesse meter para trás, mas muitas vezes também pensei em apenas ficar ali, à deriva, e esperar que algo acontece-se.
Chega de esperar que as coisas venham parar ás minhas mãos, ou à minha vida.
Ninguém corre por mim, ninguém vai nadar por mim naquela imensa revolução do mar. Percebi então, que são poucos aqueles com quem posso contar, percebi que a vida é feito de correntes, marés altas e baixas, de mar morto e de mar vivo, e só depende de mim, e dos empurrões da vida de que maneira quero eu nadar, de que maneira irá o mar ficar.
Porém, também depende de mim a quantidade de creme que meto, e com quanta força agarro aquilo que realmente quero.
Depende de mim, de ti, da pessoa em questão. Há que lutar, porque sem uma grande luta contra um mar revoltado, a única hipótese é ir ao fundo. !
quarta-feira, 15 de janeiro de 2014
Negação
Nós, as raparigas, temos muita aquela "mania" de achar que os rapazes não prestam, estão lá durante algum tempo, fazem-nos felizes, fazem-nos acreditar nas suas palavras, e que talvez aquele seja o sentimento da palavra "amor" de que se fala em tantos livros, e que é protagonizada em tantos filmes.
Mas como podemos nós, adolescentes de 15, 16, e 17 anos dizer que aquilo que sentimos é amor ? Não seremos demasiado novos para possuir tamanho sentimento ? Não será que apenas estamos a confundir uma boa amizade, e um carinhoso especial e diferente pela pessoa em amor ? Pois, não sei.
Vejo os meus pais casados há 17 anos, uma vida, eles discutem, zangam-se muitas vezes, e cada um tem os seus defeitos, mas eles acabam sempre por ultrapassar . Naquele tempo, sim, se podia dizer que o que tinham era amor de verdade, desde os 15 anos da minha mãe, até agora ... Eles são a minha definição de amor, e eu sou o fruto da sua relação.
Hoje não é assim. Casais casam-se e ao fim de alguns meses, discutem, e acabam por se separar.
Mas a verdade é que com 16 anos, eu já senti muita coisa, eu já vivi muito da adolescência para saber o que o amor pode transmitir .. Tem sintomas que não pensei sentir.
É como se o mundo estivesse todo a olhar para ti quando vez aquela pessoa por quem tens um "carinho especial" passar na rua, as tuas mãos começam a suar, as maçãs do teu rosto ficam rosadas, e a barriga dá aquelas voltas a que muitos chamam as tais " borboletas na barriga ". Queres ser vista pela pessoa, e ao mesmo tempo ser passada despercebida.
E quando o sentimento é mutuo, então ai, é quando tu sabes pela primeira vez o que é o amor. É quando tu sentes todos os teus sentimentos e sensações serem refletidos por uma só pessoa. Uma pessoa que te entende, e que está lá para ti. Aquela que é amigo/a namorado/a e te dá os maiores conselhos, com quem partilhas medos e emoções, tristezas e alegrias.
Por isso, quando um dia sentires isso por alguém, pensa, reflete, mas não rejeites o pedido da felicidade que te bateu à porta . !
Mas como podemos nós, adolescentes de 15, 16, e 17 anos dizer que aquilo que sentimos é amor ? Não seremos demasiado novos para possuir tamanho sentimento ? Não será que apenas estamos a confundir uma boa amizade, e um carinhoso especial e diferente pela pessoa em amor ? Pois, não sei.
Vejo os meus pais casados há 17 anos, uma vida, eles discutem, zangam-se muitas vezes, e cada um tem os seus defeitos, mas eles acabam sempre por ultrapassar . Naquele tempo, sim, se podia dizer que o que tinham era amor de verdade, desde os 15 anos da minha mãe, até agora ... Eles são a minha definição de amor, e eu sou o fruto da sua relação.
Hoje não é assim. Casais casam-se e ao fim de alguns meses, discutem, e acabam por se separar.
Mas a verdade é que com 16 anos, eu já senti muita coisa, eu já vivi muito da adolescência para saber o que o amor pode transmitir .. Tem sintomas que não pensei sentir.
É como se o mundo estivesse todo a olhar para ti quando vez aquela pessoa por quem tens um "carinho especial" passar na rua, as tuas mãos começam a suar, as maçãs do teu rosto ficam rosadas, e a barriga dá aquelas voltas a que muitos chamam as tais " borboletas na barriga ". Queres ser vista pela pessoa, e ao mesmo tempo ser passada despercebida.
E quando o sentimento é mutuo, então ai, é quando tu sabes pela primeira vez o que é o amor. É quando tu sentes todos os teus sentimentos e sensações serem refletidos por uma só pessoa. Uma pessoa que te entende, e que está lá para ti. Aquela que é amigo/a namorado/a e te dá os maiores conselhos, com quem partilhas medos e emoções, tristezas e alegrias.
Por isso, quando um dia sentires isso por alguém, pensa, reflete, mas não rejeites o pedido da felicidade que te bateu à porta . !
domingo, 5 de janeiro de 2014
Uma escuridão
Caio na imensidão da noite, tento ver mas a luz é-me ofuscada. Será que estou nesta imensa escuridão sozinha, ou será que tenho alguém comigo ?
Tento falar, mas as palavras não me saem, ouço sussurros em toda a minha volta, sussuros de sofrimento, pequenas almas a pedir salvação. Mas que escuridão era aquela onde eu me encontrava ? Eu estaria lá presente com um propósito ?
Tudo aquilo que sussurravam parecia-me estar noutra língua, uma língua desconhecida.
Enchi os pulmões com todo o ar que consegui e gritei, mas desta vez eu sabia que o grito me tinha saído, pois ecoou na minha cabeça durante vários segundos. À minha volta, todas as vozes que antes ouvira tinham simplesmente desaparecido. Uma profunda paz invadiu a minha alma, e eu senti-me como se estivesse a voar, ali eu era livre, ganhava asas e podia voar... Sem pensamentos, sem pessoas, sem vozes, e sem julgamentos, apenas eu, voando numa imensa escuridão !
Tento falar, mas as palavras não me saem, ouço sussurros em toda a minha volta, sussuros de sofrimento, pequenas almas a pedir salvação. Mas que escuridão era aquela onde eu me encontrava ? Eu estaria lá presente com um propósito ?
Tudo aquilo que sussurravam parecia-me estar noutra língua, uma língua desconhecida.
Enchi os pulmões com todo o ar que consegui e gritei, mas desta vez eu sabia que o grito me tinha saído, pois ecoou na minha cabeça durante vários segundos. À minha volta, todas as vozes que antes ouvira tinham simplesmente desaparecido. Uma profunda paz invadiu a minha alma, e eu senti-me como se estivesse a voar, ali eu era livre, ganhava asas e podia voar... Sem pensamentos, sem pessoas, sem vozes, e sem julgamentos, apenas eu, voando numa imensa escuridão !
sábado, 27 de julho de 2013
Esta sou eu !
Muitas são bonitas, algumas perfeitas até. Têm um corpo de deusas, e talvez o sorriso mais encantador do mundo. Vestem-se bem, e quando passam por um rapaz eles ficam logo com a baba a escorrer pelo queixo abaixo. E sou o contrário, feia e muito longe de ser perfeita, não faço escorrer a baba aos rapazes nem sou dada a grandes coisas. Sou uma rapariga rara. Uma rapariga tímida mas divertida ao mesmo tempo. Uma rapariga que por mais que perguntes o que se passa irá sempre dizer que está bem. Essa rapariga sou eu. Odiada por muitos e amada por pouco. Não tenho muito, mas venero o pouco que tenho. Sou assim. Esta sou eu. Sou capaz de ser doce e simpática para quem merece, mas vou ficando gélida para quem não dá o valor. Esta sou eu. Pertenço ao mundo, mas não pertenço a lado algum. Esta sou eu. Sou eu sendo eu.
quinta-feira, 18 de julho de 2013
Suicídio ? Não é saída
Aparentemente ela era uma rapariga como as outras, gostava de se divertir com os amigos, gostava de ouvir musica, e amava o verão. Mas um ano tudo isso mudou. Mudou quando os amigos dela mudaram de escola e ela deu-se por si sozinha . Mudou de turma, mudaram os hábitos. Ela pensava que ia continuar a ser a mesma rapariga alegre que fazia toda a gente rir, e que apesar da nova turma, ela ia ter amigos e amigas novos. Só que as coisas não foram bem assim .. Ela tentou, esforçou-se ao máximo para fazer amizades, mas as pessoas ignoravam-na sem sequer ela saber o que tinha feito de mal. Deu por ela a ser a pessoa que mais detestava, uma pessoa triste, solitária e sem amigos. Um dia quando entrou no Facebook percebeu o porquê de as pessoas quando passavam por ela rirem, e percebeu o porquê as bocas que os colegas da turma dela lhe mandavam ... Pois a "melhor amiga" dela, teria postado uma foto que ela jurou ter apagado, e ter esquecido a história que estava por detrás daquela foto .. Uma foto em que a menina e a sua melhor amiga mostravam os peitos, claro que a outra cortou a parte dela e deixou apenas a da rapariga. Ela estava a ser bastante criticada, estava a receber muito hate, e até já tinha feito páginas e grupos contra ela. Quando viu todo aquilo ainda havia uma coisa que ela não tinha percebido, o porquê de a sua melhor amiga lhe ter feito isso, aquela que ela confiava a 100% aquela que era a única capaz de fazer as figuras mais ridículas com ela , e agora tinha-lhe feito aquilo.
Chegou a um ponto que ela era a rapariga mais odiada da escola, e de todas as redes sociais, ela não tinha nem uma única pessoa que a apoiasse, e a mãe como estava fora não sabia de nada do que se passava, muito menos o pai que era uma pessoa obcecada com o trabalho, ela estava sozinha, completamente sozinha. Na escola sempre que passava as pessoa riam na cara dela, quando era para almoçar todos saiam da mesa e ela almoçava sozinha, se ia á casa de banho as raparigas começavam a mandar bocas, ou então iam logo embora. Ela não aguentava tudo aquilo, o que desejava era desaparecer. Na sala de aula, o rapaz que ficava na mesa atrás dela passava o tempo a mandar-lhe papéis e coisa acima, quando a campainha tocava as miúdas atiravam com as coisas dela para o chão, e depois mandavam a mochila para cima dela como se tudo fosse lixo. Um dia a menina resolveu voltar ao Fb, mas quando várias pessoas viram que ela estava on começaram a postar estados do género "ela está on, como é que ainda tem coragem de aparecer nas redes sociais" . A menina cansou-se então arranjou uma amiga, uma amiga que estava lá sempre para ela, para lhe limpar as lágrimas, e para lhe aliviar a dor. A amiga chamada lâmina, aquela que ela levada para todo o lado. Não a fazia feliz, mas fazia-a sentir-se melhor. Os braços dela tinha marcas, tanto os braços como o resto do corpo. Aquilo que ela mais amava passou a ser uma coisa detestada. Ela estava magra, cheia de marcas no corpo q
ue iriam estar lá sempre com ela, e sem vontade de viver. Uma noite dirigiu-se ao escritório onde o pai se encontrava, deu-lhe um beijo e sussurrou um "amo-te" ao seu ouvido. Ligou á mãe, mas já esperando que ela não atende-se deixou-lhe uma mensagem de voice mail a dizer que a amava, e para a mãe nunca a esquecer ! Nessa mesma noite escreveu uma carta para os pais, onde contava aquilo que se andava a passar, e a pedir desculpa por não ser a filha que todos os pais gostariam de ser (...) deixou a lâmina em cima da carta, juntamente com lágrimas dos seus olhos borrados, pôs-se em cima de um banco, atou uma corda ao pescoço, respirou fundo, pois ia ser o seu ultimo suspiro fechou os olhos enquanto lágrimas lhe caiam até ao pescoço, com um pé empurrou o banco e foi ai o fim da sou vida.
ue iriam estar lá sempre com ela, e sem vontade de viver. Uma noite dirigiu-se ao escritório onde o pai se encontrava, deu-lhe um beijo e sussurrou um "amo-te" ao seu ouvido. Ligou á mãe, mas já esperando que ela não atende-se deixou-lhe uma mensagem de voice mail a dizer que a amava, e para a mãe nunca a esquecer ! Nessa mesma noite escreveu uma carta para os pais, onde contava aquilo que se andava a passar, e a pedir desculpa por não ser a filha que todos os pais gostariam de ser (...) deixou a lâmina em cima da carta, juntamente com lágrimas dos seus olhos borrados, pôs-se em cima de um banco, atou uma corda ao pescoço, respirou fundo, pois ia ser o seu ultimo suspiro fechou os olhos enquanto lágrimas lhe caiam até ao pescoço, com um pé empurrou o banco e foi ai o fim da sou vida.
Quando o pai a encontrou assim no outro dia de manhã, chorou imenso, ligou para a mãe, e ela também já tinha ouvido a mensagem que a rapariga lhe teria deixado, ambos leram a carta, e choraram pois perceberam que não estavam cá quando a filha mais precisou, e por causa disso ela optou pelo caminho mais fácil. As raparigas que gozavam na cara dela sentiram-se culpadas, o rapaz que lhe mandava papéis chorou e quis desistir da escola porque se sentiu culpado, a melhor amiga dela começou a cortar os pulsos e teve que ser internada pois foi ela quem pôs a foto, e não sabia que iria ter essa saída, entrou em depressão, e não fala com ninguém.
Por isso, quando pensares em suicídio ? Não o faças, pede ajuda a pessoas que sabes que te vão compreender, pois com esforço existem outras saídas sem ser a mais fácil. Pensa antes de tentares algo assim. STAY STRONG, CUZ U ARE UNBROKEN (':
Por isso, quando pensares em suicídio ? Não o faças, pede ajuda a pessoas que sabes que te vão compreender, pois com esforço existem outras saídas sem ser a mais fácil. Pensa antes de tentares algo assim. STAY STRONG, CUZ U ARE UNBROKEN (':
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